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  <title>Blog da Madalena</title>
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  <description>Blog da Madalena - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Wed, 03 Feb 2010 00:38:02 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Wed, 03 Feb 2010 00:09:58 GMT</pubDate>
  <title>Vou gabar-me dos presentes que a minha filha recebeu</title>
  <author>Lina</author>
  <link>https://blogdamadalena.blogs.sapo.pt/182203.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Claro que isto me fica muito mal. Eu sei que sim, mas, repare-se, eu não tenho culpa. A miúda recebeu coisas lindas no aniversário e até fiquei constrangida a certa altura. A generosidade das pessoas impressiona-me. E obrigada, mil vezes, obrigada pela generosidade e, sobretudo, por acertarem 99% das vezes em coisas por que ela gosta. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Digamos que entre a caminha, a máquina de lavar roupa e ferro de engomar, a cozinha e o fraldário, o carrinho de bebé (é como se tivessemos uma casa montada dentro da casa!), as bonecas, os brinquedos da Kitty, perfume super cheiroso, microfone, um fio magnífico e um anjo lindo, só teve um presente semi-repetido. E quando digo semi-repetido é porque não é igual a nada do que ela tem, mas da família de dois que ela já tem: puzzles com ursos. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não encontro qualquer explicação para isto, mas ela ama de paixão pegar nas cabeças dos ursos, camisolas, vestidos e pés e encaixá-los nos sítios certos. Tem outros puzzles simples que adora montar mas nada como os ursinhos. Quando chegámos a casa e o viu disse-me: &lt;b&gt;&lt;i&gt;bai biscar a tisoula!&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;  Para tirar o plástico à volta. Obrigada ao Pedrinho e family por fazerem a minha filha tão feliz. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como sempre e seguindo a tradição natalícia, metade dos presentes estão no armário. Não por mal, mas porque a moça não tem capacidade para processar tanta informação. Também mandei coisas realmente boas para casa da minha mãe. Acho que é importante que tenha lá brinquedos que realmente aprecie (foi lá que apanhou a mania dos ursos, aliás!). Lembro-me quando era pequena que em casa da minha avó não tinha nada com que brincar e tinha pena. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Finalmente, e agora podem mesmo mandar tomates podres e ficar verdinhas de inveja, recebeu montes de roupa. Vestidos giros, skinny jeans e, last but not least, metade da colecção da Gant. Não, não estou a exagerar. Dois casacos, várias sweat shirts, um vestido que é uma tara... Estou desejosa que o tempo melhore para a embonecar. Ainda por cima, sorte das sortes todas as coisas combinam entre si: as sweats entre elas, com o vestido. Tudo em tons de rosa e azul escuro. Nem sapatos vou ter de comprar. &lt;/p&gt;</description>
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  <category>brinquedos</category>
  <category>aniversário</category>
  <category>roupinhas</category>
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  <pubDate>Tue, 02 Feb 2010 13:30:00 GMT</pubDate>
  <title>Traz bolo, não traz bolo, traz bolo outra vez, mas que seja pão-de-ló</title>
  <author>Lina</author>
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  <description>&lt;p&gt;Encerrámos oficialmente as comemorações do segundo aniversário da Manena. Ontem levou o pão-de-ló para a escola e parece que foi um dia realmente animado: o Diogo fazia três anos ontem. Não a vi à noite, mas em cima da cómoda da entrada havia um livro em forma de casinha cheio de desenhos dos meninos da &quot;sala do bibe amarelo&quot; (pois, parece que se chama assim, apesar de eu nunca lhe ter vestido semelhante peça nem nunca me terem falado sobre isto). São espectaculares! Mas, claro, não me levem muito a sério. Eles mexem-se e eu acho lindo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Levar o pão-de-ló para a escola requis uma negociação ao nível da Cimeira de Bicesse (é a que me lembro melhor, lamento a antiguidade). Primeiro, eu já tinha encomendado o bolo, com doce de ovos e o desenho do Ruca quando me lembrei de dizer à MM que ia levá-lo. Ela disse que isso não é permitido, que a dona da escola não deixa. E eu indignadíssima. Até que vim para casa, pensei melhor e vi a luz: &quot;bolas, ela tem razão&quot;. Se todos os pais se lembrassem de semelhante coisa, comiam bolos todas as semanas e, depois, está certo, o da minha filha é um espectáculo porque vem do Az de Comer, mas sei lá eu dos outros... Portanto, palminhas para a dona da escola que não deixa a criançada levar bolos como molhangas mas sempre permitiu o tal pão-de-ló.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>creche</category>
  <category>aniversário</category>
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  <pubDate>Mon, 01 Feb 2010 08:44:56 GMT</pubDate>
  <title>Rescaldo da festa...</title>
  <author>Lina</author>
  <link>https://blogdamadalena.blogs.sapo.pt/181513.html</link>
  <description>&lt;p&gt;A Madalena não se apercebeu de nada até ontem, quando finalmente se viu no meio de uma festa em que toda a gente a encheu de atenção. Como sempre, mete umas poses altivas e camnha de nariz empinado à frente das pessoas, como uma rainha. O pai, sempre &lt;i&gt;cool&lt;/i&gt;, só dizia &quot;está tudo bem&quot;, mas, claro, não dormi nos últimos dois dias a pensar coisas como: &quot;E se o &lt;i&gt;catering&lt;/i&gt; não vem?&quot; ou &quot;E se a miúda não gosta do Panda?&quot; Para minha sorte, só acertei na última: a Madalena não gostou realmente do Panda, tão grande! E não foi só ela... Ao contrário do que pensava, mesmo crianças mais velhas ficaram intimidadas. Outras ficaram simplesmente na boa (e até lhe queriam fazer festinhas). Os animadores eram porreiros e agora tenho cá em casa três obras de arte de pequenos artistas. Fizeram caricaturas, balões... &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois, reunimos pessoas de quem gostamos muito e de quem a nossa filha gosta e isso é o mais importante. E, pelo meio, ainda nasceram as gémeas, meninas que não conhecemos mas de quem já gostamos e a quem damos as boas-vindas. &lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;A festa continua hoje, na escola, com... pão-de-ló! Um delírio (E a trabalheira que foi convencer as senhoras do infantário? Merece um post individual...)&lt;/p&gt;</description>
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  <category>aniversário</category>
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  <pubDate>Mon, 11 Jan 2010 22:01:02 GMT</pubDate>
  <title>Isto sim é uma loucura</title>
  <author>Lina</author>
  <link>https://blogdamadalena.blogs.sapo.pt/176866.html</link>
  <description>&lt;p&gt;A minha amiga Ana ligou para o canal Panda para que o bicho original estivesse na festa de anos da nossa filha. Mas o animal, que é muito fino, não faz festas particulares. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>aniversário</category>
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  <pubDate>Sat, 31 Jan 2009 14:40:31 GMT</pubDate>
  <title>31 de Janeiro, 14h40</title>
  <author>Lina</author>
  <link>https://blogdamadalena.blogs.sapo.pt/82554.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;Há um ano atrás estava deitada no bloco 3 do hospital CUF Descobertas. Era quinta-feira, estava frio mas sol, e estavas tão agarrada à mamã que foi preciso um forcep para te fazer sair. Baixaram o pano verde que tapava a cesariana e marcar a tua chegada. Não te consegui ver, mas olhei bem para o relógio: 14h40.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;Ouvi-te chorar enquanto a enfermeira preparava a tua primeira roupinha. Babygrow cor de rosa, calcinhas e body brancos, e um gorro às flores. &quot;E agora o que é que eu faço? Este gorro é tão giro!&quot;, dizia a enfermeira Sofia, que, toda despachada, te pôs o gorro rosa do hospital e por cima o teu. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;Trouxe-te para o pé de mim e encostou-te à minha cara. Tão pequenina, branquinha e perfeitinha. Dei-te um beijinho. Estavas de olhos fechados, a fazer aquele ar de &quot;não incomodar, se faz favor&quot; que ainda hoje fazes. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Dei-te um beijinho e foste para o berçário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pai estava na sala de espera a ler a &quot;Sábado&quot; e não deu por nada. O Dr.. Pedro entrou por ali dentro, ainda de pijama verde e máscara, e disse &quot;O que é que está aqui a fazer? A sua filha já nasceu!&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não temos essa revista. Foi para o lixo por estar demasiado amarrotada, o que é uma estúpida ironia, tendo em conta que foi a única coisa que lemos, apesar de termos parado de propósito na Repsol da Expo para comprar todos os jornais que tinham saído nesse dia para mais tarde recordar e não termos lido nem uma linha de nenhum outro. Não me lembro de nada que se tenha passado nesse dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Talvez seja porque no dia 31 de Janeiro de 2008 não aconteceu nada de importante, a não ser o teu nascimento. E acredita que tentei. Acordei às 07h00 para comer, tomar banhoca e respirar todo o ar que pudesse do meu último dia sem filhos, e estive a ver a SIC Notícias, mas não me lembro de nada. Não me lembro mesmo. Mas lembro-me de ter pensado: deixa-me fixar isto para depois contar à minha filha. E lembro-me de descer as escadas da casa antiga - a tua primeira casa - com o saco azul do pai e as roupas do três lá dentro. Antes de ir ao hospital passámos pela pediatra e fiquei a achar que era destino porque ela &lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;só dá consultas à tarde e nesse dia, excepcionalmente, pediu para irmos de manhã.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;E como se não bastasse, a senhora de recepção fazia anos nesse dia e ficou com cara de twilight zone quando lhe dissemos a tua data de nascimento - a&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;li estava uma mulher a explodir de grávida a dizer-lhe a data de um nascimento que ainda não tinha acontecido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Às 11h00, como planeado, estava na recepção do hospital. Não houve gritos, nem carros em alta velocidade com os quatro piscas ligados, nem contracções, nem nada. Apenas: &quot;Venho ter um filho&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Houve momentos engraçados, como a avó ligar e a mãe lhe dizer que estava a chegar ao hospital e já estar na maca ou a anestesista que parecia uma esquiadora polaca que tratava mal quem que lhe aparecia à frente e a sua &lt;i&gt;partner&lt;/i&gt;, a enfermeira que queria que eu fizesse o parto com umas cuecas descartáveis na cabeça. Abençoada enfermeira Sofia que chegou entretanto com uma touca esterilizada. Ou o ataque de comichão e borbulhas que senti na cara quando fiquei sozinha no recobro a chorar porque tinhas nascido e já eras pessoa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas de tudo, de tudo mesmo, se tivesse de escolher um momento, O MOMENTO, queria ficar com aquela imagem do pai a empurrar o berço e a trazer-te para junto de mim. Por fim, estávamos os três. UMA FAMÍLIA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>há um ano</category>
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