Quarta-feira, 14 de Maio de 2008
Mini no trabalho da mãe
Sem querer, nem pensar, ontem estive no meu trabalho com a Mini (podia lá ir, sem a atracção principal?!). Culpa da Sofia. Tinhamos combinado almoçar e depois ela convenceu-me a ir à redacção. O almoço foi muito fixe (temos de repetir) e rever toda a gente também foi muito bom.
Aposto que lá estive um ror de tempo, mas a mim pareceu-me que foram só cinco minutos. A Madalena abriu a goela e já não havia condições. Pudera, estava negrinha de fome depois de quatro horas sem comer (toda uma vitória, no entanto, aguentar este tempo todo). Com tanta emoção e tanta gente de volta da Madalena mal tive tempo de falar com as pessoas. Queria perguntar à Patrícia, a outra recém-mamã, se o regresso lhe está a custar muito e responder às perguntas que me fizeram, mas ficou tudo no ar...
Por exemplo, Sónia, a Mini ainda não vestiu o vestido que vocês lhe deram porque primeiro não estava calor suficiente e depois não tinha meias para vestir com o vestido. Mas já tratei disso. As t-shirts farta-se de usar. Às vezes até com um body de manga comprida por baixo para fazer aquelas sobreposições modernas! Os sapatos ainda lhe estão grandes.
E, cara Mikitas, para responder às tuas inquietações, o lavatório é mais que suficiente para a pirralhinha. Sim, ela já pesa 6200 gramas - mais do que um garrafão de água do Luso - mas só mede 60,5 cm.
Tenho pena de não ter mostrado a Mini à tia Almeida. Até pelo ridículo da situação: cruzámo-nos na rua - ela a procurar estacionamento, eu a tirar o chassis do carrinho da bagageira - e depois não apresentei a sobrinha à ogrinha . E nem houve tempo para dar um saltinho ao quarto andar para ver a Carla Lopes ou de ter feito fotos que registassem o momento. Conclusão: está visto que lá temos de voltar.
Quarta-feira, 30 de Abril de 2008
Milestone: o primeiro amiguinho
Por esta ou por aquela razão, o encontro da Mini com o seu amigo A. ficou adiado até ontem. Tardou, mas valeu a pena. Como agora já começa a olhar realmente para o que a rodeia ao ver o outro bebé - um rapagão de 8 meses, que esticava as mãozinhas para lhe tocar e se ria à gargalhada - ficou espantada e muito curiosa. A esticar o pescoço, a pôr a cabeça para trás, era mesmo como se estivesse a dizer "mas quem é este que me está a querer tocar, que se mexe e faz barulho, mas não é como os adultos do costume". Foi lindo! E um magnífico presente: hoje faz três meses (e o presente vai ser mais uma sessão de vacinas).
Terça-feira, 1 de Abril de 2008
Vida social, finalmente
Em primeiro lugar, desculpem lá a ausência. Continuam a visitar-me e eu sem dizer nada. Não se faz! Mas há uma explicação simples: ter vida social é incompatível com manter blogues actualizados. Já estão a ver por onde vão os tiros? Sim, isto tem sido um fartote.
Começou logo na sexta. Fui almoçar com a mãe e a tia J. a um sítio muito fashion no Chiado com a C. - iupi, iupi! -, andámos em lojas, a mamã cortou o cabelo (finalmente! já parecia sei lá o quê) e passeei com o papá. Enfim, um fartote mesmo. E, dentro dos padrões da mamã, portei-me lindamente. A palavra-chave aqui é (já vos disse) laréu. Laurear a pevide. Galdeirice. E variações disto.

Não que agora queira fazer um relato exaustivo das minhas actividades dos últimos quatro dias, mas, pronto, tenho de confessar: no sábado estava de todo. Fui uma sombra de mim mesma. A mãe tinha cá as amigas e eu só queria chorar e comer. Um escândalo. Felizmente, voltou tudo à normalidade rapidamente. Sendo a normalidade aquilo que vocês já sabem. Comer de três em três horas (de vez em quando quatro) e dormir no entretanto.
Mas o que é importante reter disto é que já tenho vida social e que adoro. E que as experiências de me levar para sítios públicos (como aconteceu no sábado e no domingo ao almoço) têm corrido bem. Também, vamos lá ver, a quem é que eu sair a não gostar de andar por aí em sítios bonitos?