Segunda-feira, 25 de Maio de 2009
Observações (muito) irritantes

Qual é a primeira coisa que as pessoas, sobretudo as que não têm filhos, dizem depois de terem olhado para os nossos rebentos durante aproximadamente cinco segundos? "Agora não se esqueçam um do outro" (e variações disto). É uma coisa que me irrita, que me deixa possessa, que simplesmente não entendo. Tira-me do sério. Põe-me fula. Ali estão dois adultos com idade para fazerem PPR, mas que nunca trocaram uma fralda, com um bebé nos braços e o que é que as pessoas se lembram de dizer? "Passem tempo a sós".

Mesmo uma rapariga inteligente como Miss Kitty Fane do blogue "O Amor É Um Lugar Estranho" conseguiu deixar-me mal impressionada quando, há uns tempos, se lembrou de fazer um post sobre a forma como os casais devem lidar com a chegada dos filhos. Conselho dela, sublinhando que não percebia grande coisa do assunto: "Tentem arranjar tempo a sós". Tem razão. Não percebe nada.

Se encontrarem um casal minimamente apaixonado que não queira passar tempo de qualidade a sós, sem carrinhos que não cabem nos passeios, sem ter de se preocupar com as horas das refeições ou com as bombas-relógios que são todos os bebés, telefonem-me. Quero ver esse fenónemo do Entroncamento.

Ficar a sós - e gostar - é muito simples. Mas uma tarefa inglória, dado que quando uma pessoa tem filhos NUNCA MAIS ESTÁ SOZINHA, sendo esse, aliás, um dos grandes encantos da coisa, lembram-se? Duas pessoas apaixonadas que geram um pequeno ser maravilhoso que condensa o amor que sentem um pelo outro?

 

Podemos dar muitas voltas ao caso mas, aqui onde me sento, diria que o mais difícil é mesmo quando não estamos sozinhos, mas sim com as crias. Qual é o nosso espaço quando tudo - do tempo à sala de estar, dos hobbies ao armário - está tomado por baby stuff?

 



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publicado por Lina às 22:52
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Segunda-feira, 4 de Maio de 2009
Dia da Mãe

A última semana está. sem dúvida, a menos que um danoninho de ser considerada como uma das mais estúpidas da minha vida. Por causa das mudanças no jornal e porque estive longe da Mini.  A ideia era boa: eu concentrava-me a 100 por cento, ela passava uns dias com os avós. Balanço final: odiei tudo.  As mães são para estar com os filhos e os filhos com as mães.

Mas hoje valeu por tudo. Mini e sua progenitora passaram a segunda-feira juntas celebrando o Dia da Mãe. Com uma camisa igual (obrigada, papá). A fazer cócegas no queixo, ao colo, a dar beijinhos, a dizer "está quieta", a soprar no cabelo. E a Madalena a rir-se... (mais perfeito só se não tivesse aberto o mail do trabalho).

 

 


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publicado por Lina às 23:54
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Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009
Porque o dia dos namorados está próximo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

É isto, mas em camisa.

Na loja que tu sabes... seguindo a tradição.


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publicado por Lina às 22:42
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Quarta-feira, 23 de Abril de 2008
Como reconhecer uma mãe recente (sem a cria, claro!)

1) Correm nos corredores do supermercado como se o Sócrates estivesse a ponto de racionar a comida. Na rua, batem todos os recordes de Susana Feitor. As mães recentes têm um inimigo claro: o tempo.

2) As camisolas estão sempre bolçadas. Ou, no mínimo, babadas.

3) Por mais arranjadas que estejam, há sempre um pormenor que as trai. Ou as mãos não estão arranjadas ou o cabelo está em desalinho ou as calças não foram passadas a ferro... Ou então é isto tudo junto. É assim um estilo Lynette Scavo das "Donas de Casa Desesperadas", mas em pior. Sem glamour.

4) Os braços estão rijos e tonificados a ponto de fazerem inveja à Madonna. Infelizmente, os braços não condizem com a barriguinha pudim flan.

5) As calças de ganga ficam estilo muffin. O que é inaceitável. A não ser que se tenha 14 anos e pouca vergonha na cara.

7) E o ultimate sign: umas olheiras de meter respeito.

Alguém tem mais alguma coisa a acrescentar?


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publicado por Lina às 16:04
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Quinta-feira, 10 de Abril de 2008
O mau feitio voltou. Escondam-se

Eu tento, eu juro que tento, mas há coisas que me tiram do sério. No que diz respeito à Mini, já não é a primeira vez que me acontece estar num sítio qualquer, ela choramingar e um desconhecido qualquer soltar a frase mágica: "Ai, está com fome". Eu sei que não é por mal que se dizem estas coisas, mas enerva. Uma pessoa faz uma esforço do caraças para que a baby cresça saudável e a bom ritmo, quase não dorme e anda com umas olheiras que parecem minas e ainda tem de ouvir coisas destas?

Fui aguentando a conversa até que hoje decidi cortar o mal pela raiz. Quando me disseram que a Mini tinha fominha", disparei: "Se ela tivesse fome eu estava a dar-lhe de comer". E pronto... Acabou-se o parlepié.


sinto-me:
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publicado por Lina às 23:37
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