A noite de Santo António do ano passado não teve Bica, nem Alfama (como este ano), mas teve sardinhas e sangria na nossa cantina favorita, o Verde Gaio, e, no final, quando chegámos a casa, um lindo manjerico, so to speak: fizemos o tal teste de gravidez que era só por descargo de consciência e, zás, positivo!!! Bem, quer dizer, nós não percebemos logo que a Mini-M vinha aí, nem pouco mais ou menos. Estava lá uma ténue linha que deu origem a mais um diálogo absurdo e bastantes dúvidas. "Mas tu vês a linha cor-de-rosa?", perguntava eu. "Não, não vejo nada". E eu a ver uma linha fininha, fininha, mas uma linha, e a pensar que estava a desenvolver uma gravidez psicológica tal era a minha vontade de ter filhos. Ou isso ou estava pior da vista. Só havia uma maneira de ter a certeza. Com outro teste.
Portanto, posso não me lembrar do que jantei ontem mas sei que no dia 13 de Junho de 2007 estava acordada às 07h00, a fazer tempo para ir à farmácia. Repetimos o teste e já não havia margem para dúvidas. Cor-de-rosa estava, se era um bebé... nós queríamos acreditar que sim e a partir desse momento mudou logo tudo.
Na festa de anos do Henrique nesse fim-de-semana delirámos com os miúdos e já nem fizemos aquela cara de caso quando a dona Mila nos disse que tínhamos de encomendar um baby. "Que seja menina", respondemos-lhes. E cá está ela.
Blogues que os pais visitam
Sítios para bebés... e não só