Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010
Atirei o pau à língua

Eis uma dúvida a que, possivelmente, apenas Ana Almeida sabe responder: por que se canta "assentada à chaminé..." na canção do 'Atirei o Pau ao Gato'?

Põe-me fora de mim!

E que interessa que eu diga "sentadinha" (pirosinho mas português) em vez de "assentada" se depois na escola, na televisão, nos DVD infantis, por todas as partes, se canta mal? A não ser que isto seja do mais erudito que há e eu não saiba. Agradecem-se esclarecimentos em qualquer caso.


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publicado por Lina às 10:18
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Domingo, 3 de Janeiro de 2010
Uma questão de extrema importância

Por que razão a mãe do Ruca se veste tão mal?


 

 



publicado por Lina às 21:19
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Sábado, 2 de Janeiro de 2010
Manena brinca às mães

Senta a boneca.

- Quiqui, não cai. Não mexe. Mamã, biscar os sapatos.

 Vai-se afastando, sempre a olhar para a boneca.

- Não mexe. Vou biscar os sapatos, 'tá bem?


E onde é que ela foi buscar isto, onde?

 

 


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publicado por Lina às 00:56
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Sexta-feira, 1 de Janeiro de 2010
Como tinha recebido pouca coisa no Natal, hoje veio o Bobi

O Bobi era para ser o presente de aniversário, assim chegou mais cedo - trinta dias mais cedo para ser exacta. É lindo, branco com uma mancha negra no olho direito e tem dois meses. Vive dentro de um caixa de cartão embrulhado num cobertor e, como é bom de ver com um nomes destes, é um... canário! Bom, ok, claro que NUNCA seria um canário, é um cão e bem fofo. 

 

Chama-se Bobi - e não Bóbi e muito menos Bobby - porque o acento tónico é assim uma coisinha indefinida a dar para a sílaba aguda. Coisas da Manena, que foi quem o baptizou, ainda antes de ele chegar.

 

Um dia o tio e a namorada chegaram a casa com um cão castanho de peluche e chamaram-lhe Bobi. Acho que foram eles. Ela adora o nome e nunca mais largou o bicho. Prometemos-lhe que um dia que daríamos um de verdade e sempre que lhe perguntavam (a minha mãe) como queria que se chamasse ela dizia Bobi, portanto foi preciso esperar o momento certo para encontrar um cachorro (tinha de ser pequeno) e não uma cadelinha. Porque as cadelinhas não se chamam Bobi, toda a gente sabe.

 

O Bobi é um espectáculo. De tal forma que não tem uma raça, tem duas. É metade Labrador, metade São Bernardo. No fundo, é como se um Champallimaud tivesse um filho com um Mello.

 

Bom, e agora as reacções. Ficam para o fim porque foram menos efusivas do que a minha mãe esperaria. Em lugar de um entusiasmo louco com o novo amiguinho de quatro patas, a Manena preferiu manter uma distância de segurança e ficar longe do bichano. O máximo que esteve dele foi ao lado da caixa de mão dada com a mamã e perto do papá quando ele pegou no Bobi ao colo. O que me leva a crer que eventualmente será necessária a intervenção da ONU é o facto de ele ter feito um 'presente' no tapete de espuma dela nos primeiros 30 segundos de liberdade que lhe deram. Mas, pronto, isto nada como o convívio para mudarem de opinião...

 


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publicado por Lina às 23:53
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