O que tivemos de andar em apenas 35 anos.
Não admira, pois, que ainda falte tanta coisa.
(De hoje, da última página do DN, as alegações finais de Célia Metrass, uma das mulheres que esteve nesta manifestação: "Não percebo como se pode ser mulher sem ser feminista". Eu também não. Chamem-me intolerante. Chamem-me antiga. Vejo mil coisas para fazer. Vejo mil opressões, vejo que ser mulher não é apenas um género. Ser mulher é uma condição. Quase sempre pior do que ser homem).
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