Sábado, 5 de Abril de 2008
Tanta coisa para perguntar que o melhor é apontar
Não é à toa que digo que a evolução de peso da Madalena é mais uma coisa a perguntar à pediatra. É porque já tenho uma listinha de questões a colocar. Ainda não disse, mas gosto dela. É petit, querida e despachada. Gosto da maneira como trata a Mini - é carinhosa - e aprecio-lhe a genica. Não perde tempo. Deve ser por isso que nunca nos deixa sem resposta quando nós - papás estreantes (nunca é de mais relembrá-lo) - a massacramos com sms a perguntar tudo e mais alguma coisa. Mas, imagino eu, é precisamente por ser tão despachada que nas consultas não perde tempo.
Saí da primeira consulta um pouco frustrada. A Mini-M tinha pouco mais de duas semanas e eu queria ficar ali a tarde toda a contar todos os detalhes e mínimas coisas que a minha filha fazia. Ela, que está farta de ver miúdos, examinou o que tinha a examinar, fez algumas perguntas da praxe, recomendou umas quantas coisas e... ala que se faz tarde.
No nosso segundo encontro decidi que não me voltaria a apanhar na curva e escrevi no telemóvel todas as minhas dúvidas. E disse-lhe que o tinha feito. Ela achou bem e disse que era assim mesmo. Agora descubro no livro de saúde da baby que todos os pais são iguais. Tão iguais que quem concebeu estes caderninhos até se deu ao trabalho de deixar umas quantas linhas para que os pais escrevam o que os apoquenta. Tem isso e uma lista de pontos, tipo peso, comprimento, perímetro cefálico, comidas e dormidas..., para que os crescidos se orientem.
Ainda não comecei a rabiscar no boletim da Madalena, mas já falta pouco. Tenho uma nota no telemóvel com tudo apontadinho.