Apetece-me fazer queixinhas e não ter de pedir desculpa e dizer "mas olhem que eu gosto muito da Madalena!" Porque acordei às 05.00 da manhã com a Mini a choramingar, porque encontrei uma gaveta aberta e dezenas de elásticos de cabelo pelo chão. Logo aqui que já ninguém usa cabelo comprido. Porque não faz nada do que digo à hora da refeição. É calmíssima, mas tira-me do sério:
- Mamã, não pupa!
- Tens de comer a sopa.
- Mamã, não! Mamã, a outa!
- Qual outra?
- A outa papinha.
Ou, depois de uma hora a saltar-descer-subir-saltar-descer-subir do sofá, aparenta sono, mas depois não quer dormir.
Ou, o pior, não poder viver com um mínimo de espontaneidade, sem passar o tempo a prever o que vai acontecer. Sem estar sempre a antecipar o próximo passo. Exemplos:
Banho = é preciso levar a toalha para a casa-de-banho (já para não falar que é preciso antecipar vários dias que vai acabar o gel duche e é preciso substituir)
Sábado de manhã = stress total porque é preciso planear as refeições ou a coisa descamba e lá temos nós de aturar uma birra.
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