Era ontem, estava tudo planeado. Ia pôr a Mini a dormir na cama dela, acordada, para ela aprender a esperar pelo sono na cama. Deitei-a e a coisa nem correu mal, acho. Esteve ali 10 minutos a resmungar, a choramingar um bocadinho, mas entretanto calou-se. E foi quando estraguei tudo. Porquê, porquê? Por que sou tão totó que fui aconchegá-la ao fim de 15 minutos? Porquê? Abriu os olhos, agarrou-se ao meu pescoço e só adormeceu à meia-noite. Tentámos tudo:
- Conversa séria - "Podes ir dormir, os papás estão sempre aqui" (patético, ainda que carinhoso)
- Conversa firme - "Já estamos a ficar chateados, ai, ai" (ainda mais patético, mas compreensível ao fim de hora e meia de gritaria e choro, misto de birra do sono e ofensa)
- Voltar a deitá-la e deixá-la a ver se pegava no sono - inútil!
- Deixar brincar até cair para o lado com sono - demasiadas birras a atrapalhar a diversão.
Finalmente, vencida pelo cansaço lá adormeceu, na nossa cama, eu agarrada a ela (bom, mas ineficaz). Para piorar o cenário, a mamã, parva parvinha, tirou um café e o que não teria qualquer efeito em circunstâncias normais deu-me uma insónia brutal.
Blogues que os pais visitam
Sítios para bebés... e não só