Sábado, 25 de Abril de 2009
Entreguem-lhe já o Pulitzer

No meio do desalento, da confusão, da angústia, da incerteza, foi ela, elazinha, com o seu ar  avoado (no bom sentido), a sua distracção, a sua genica, que me fez parar e pensar: se ela está na boa, por que razão não me consigo acalmar? Se ela, que trata do filho sozinha e vive a 50 km, acha que isto tudo se faz, para que me hei-de chatear? "Sabes, eu tenho problemas tão maiores para resolver...", disse-me ela. Adorei. E, para mim, já ganhou. Pelo menos, em atitude.

 


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publicado por Lina às 01:17
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1 comentário:
De Anónimo a 28 de Abril de 2009 às 15:44
Elazinha diz:


É por estas e por outras que eu não devia ser tua amiga: tu vês demasiadas coisas boas em mim... E se na volta eu acredito... hum...?

Obrigada. Mesmo.


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