Domingo, 21 de Março de 2010
Parece que o caso da mulher do Renault Clio está resolvido

Dito assim parece que eu sou uma megera do pior e, enfim, isso está longe de ser verdade, mas creio que finalmente resolvi o problema da mulher do Renault Clio que estacionava o carro à frente da escola da Madalena. Ela voltou a usar o espacinho e eu finalmente consegui perceber que o número para o qual ligar é o parque de viaturas do Restelo. Portanto, agora, aquilo são dois minutos. Ligo, faço queixa e já está.

 

Primeiro um polícia veio-me com a conversa de que isto não dava direito a reboque e tivemos uma conversa um pouco amarga. Eu a perguntar-lhe se o crime compensava, ele a dizer "às vezes, sim", eu a dizer que a multasse, ele a desvalorizar, eu a dizer que me estava nas tintas para o que ele ia fazer, mas que enquanto isso prejudicasse a minha vida ia ligar todos os dias. Pensei que não tivesse surtido efeito porque no dia seguinte a c.... voltou a pôr o carro no mesmo sítio. Voltei a ligar para a polícia e, tcharan, desde então tem sido um sossego. Portanto, suspeito que ela foi rebocada, se atreveu a estacionar no mesmo sítio confiando na sorte e que se deu mal.


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publicado por Lina às 01:53
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Terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010
Traz bolo, não traz bolo, traz bolo outra vez, mas que seja pão-de-ló

Encerrámos oficialmente as comemorações do segundo aniversário da Manena. Ontem levou o pão-de-ló para a escola e parece que foi um dia realmente animado: o Diogo fazia três anos ontem. Não a vi à noite, mas em cima da cómoda da entrada havia um livro em forma de casinha cheio de desenhos dos meninos da "sala do bibe amarelo" (pois, parece que se chama assim, apesar de eu nunca lhe ter vestido semelhante peça nem nunca me terem falado sobre isto). São espectaculares! Mas, claro, não me levem muito a sério. Eles mexem-se e eu acho lindo.

 

Levar o pão-de-ló para a escola requis uma negociação ao nível da Cimeira de Bicesse (é a que me lembro melhor, lamento a antiguidade). Primeiro, eu já tinha encomendado o bolo, com doce de ovos e o desenho do Ruca quando me lembrei de dizer à MM que ia levá-lo. Ela disse que isso não é permitido, que a dona da escola não deixa. E eu indignadíssima. Até que vim para casa, pensei melhor e vi a luz: "bolas, ela tem razão". Se todos os pais se lembrassem de semelhante coisa, comiam bolos todas as semanas e, depois, está certo, o da minha filha é um espectáculo porque vem do Az de Comer, mas sei lá eu dos outros... Portanto, palminhas para a dona da escola que não deixa a criançada levar bolos como molhangas mas sempre permitiu o tal pão-de-ló.



publicado por Lina às 13:30
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Sexta-feira, 2 de Outubro de 2009
Hoje

Coisas que nos aconteceram hoje:

 

- Estranhei o silêncio prolongado, fui encontrá-la no quarto, sentada na cadeira a ler um livro. Orgulho, orgulho, orgulho!
- Ria-se que nem uma perdida a subir para o sofá do quarto. Fá-lo com imensa habilidade: estica-se, dá um impulso final para subir e depois rola, segurando-se num dos braços; senta-se e depois, a recua até ficar com as costas apoiadas (não vale gozar com esta mãe por celebrar estas 'vitórias').

- Bebeu o leite na nossa cama, a ver os desenhos animados. Super calma.

- Zangámo-nos pela primeira vez. Levou o cadernos dos desenhos e um lápis de cera para a casa-de-banho enquanto a mamã tomava banho. Pô-lo na boca e não o queria tirar. Pedi-lhe para o tirar e depois ela foi-me testando a ver a reacção. Saí da banheira e tirei-lho à força. Ficou tão ofendida que desatou a chorar com lágrimas gordas.

- Fizémos as pazes com umas caretas.

- Despiu a Quiqui e insistiu em levá-la nua para a escola. Mas assim que entrou na sala foi pousá-la na mesa e dirigiu-se, com imensa segurança e certeza, para a roda onde estavam todos a brincar. Fiquei a vê-la da janela e pareceu-me totalmente enturmada.

- Quando a fui buscar, a alegria na cara dela só rivalizou com o abraço que me deu.

 

É maravilhoso, realmente maravilhoso, ser mãe da Mini.

 



publicado por Lina às 22:29
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Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009
Lembrem-me de não voltar a contar nada, está bem?

Há uma boa razão para uma pessoa manter certos (muitos) aspectos da sua vida escondidos. E eu devia saber disto quando falo com certas auxiliares da creche da Mini.

Depois de se ter questionado sobre o pai da Madalena, como já contei, a mesma pessoa ficou a saber que me encontro de férias (esta era a parte que devia ter omitido) e não perdeu tempo a usar esta "arma" contra a minha pessoa. "Então, bom dia, Madalena, ficas aqui enquanto a tua mãe vai passear?", disse ela à nossa filha ontem quando a fui levar. E eu, totó, ainda me tentei justificar dizendo-lhe "passear?", como quem diz "sabes lá tu o monte de coisas que tenho para fazer". Por acaso até é verdade, mas, e este é o meu ponto, até podia não ter e o que é que ela tem com isso? Por acaso não pago a mensalidade? Por acaso, eles não são uma creche? Por acaso a minha filha parece-lhe com défice de atenção? Por acaso, ocorre-lhe chatear-me quando nas minhas folgas ela fica comigo e não mete lá os pés? Ou quando passa tempo em casa da avó? Não há paciência para gente assim. E, lá está, são quase sempre os que não os têm que dizem estes disparates.


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publicado por Lina às 11:50
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Domingo, 7 de Junho de 2009
Adeus ou vai-te embora!

Tanta coisa, tanta coisa, tanta choraminguice, tanto fincar as perninhas gordas na mamã à porta da creche para não passar para o colo da G, da M, e muito menos da outra M. ,para esta semana saltar para  o colo da primeira que lhe aparece à porta - com gorro ou sem ele - e ficar a dizer-me adeus. Raios parta! Não podias fingir que te importavas um bocadinho mais, Madalena?

 


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publicado por Lina às 02:46
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Quinta-feira, 4 de Junho de 2009
Um dia na creche

Ninguém me contou, não tenho provas e não me peçam para publicar isto, mas está claro que o que se passa quando a porta da creche se fecha na cara dos pais é pura revolução. É mentira que passem o dia a ouvir histórias, canções e a brincar com bolas. E palrar muito menos. A miudagem fala uma língua secreta de bilus bilus e o único objectivo desta ordem secreta é "fazer a cabeça em água em pais". Parece que estou a ver:

 

- Oh Madalena, 9h30 e já cá estás?

- Sim, sim. E parece que isto hoje é para durar! Pelo menos até às 19h00. A senhora a quem chamo vovó e que me faz as vontades todas não me vem buscar esta semana. Estou por conta da megera a quem chamo mamã. Malvada, quer deitar-me às 21h30. 21h30!!!! Eu não nasci para isto!

E então um dos outros miúdos começa a incitar à rebelião:

- Bom, bom, é dormires uns 15 minutos no carro a caminho de casa. Ficas fresca como uma alface e é brincadeira garantida até à meia-noite.

Depois aparece outro:

- Não. O que é bom é não jantar.

As propostas sucedem-se:

-Não, não deixes que te deitem na cama. Eles cedem sempre. Tu não tenhas medo de gritar como se te estivessem a matar.

- E birras de uma hora? É remédio santo!

- E mandar tudo ao chão?

 

Finalmente, incapaz de escolher uma das maquiavélicas propostas, a Madalena toma uma decisão:

- E que tal experimentar todas, uma diferente por semana, às vezes duas, ao mesmo tempo, a ver o que dá?

 


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publicado por Lina às 22:52
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Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009
"Isto é que são horas, mamã?"

Como se não bastassem os meus próprios remorsos, hoje, às 19h15, fui recebida no infantário com esta linda frase. E não foi por mal...



publicado por Lina às 22:25
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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009
Creche 2#

Cheguei, viu-me no fundo do corredor, soltou um grito de alegria e desatou a rastejar na minha direcção. Foi brutal! Mas agora que penso mais seriamente nisso quase apostaria que foi a  consciência a pesar-lhe: pouco chorou, comeu a sopa e dormiu que nem uma santa!

 


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publicado por Lina às 18:05
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Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009
1.º dia na creche - balanço

Parece que depois de todo o choro - e foi muito - ficou bem. Riu-se para toda a gente, fez gracinhas, marcou o território. Porém, ao almoço, não quis comer a sopa. Nem a fruta. Malvada!

Mas lá na creche conseguiram uma autêntica proeza: tê-la a dormir das 13h00 às 15h00. Como é que elas fazem?

Quando me viu fez uma festa que só posso descrever como "do caraças" e "telecomandou" a educadora para vir ter comigo.

Agora estamos em casa juntas e está de volta dos CD. Depois de ter aprendido como se desarrumam os seus livros e os nossos livros, anda de volta dos discos.

Não penso chatear-me nem um pouco que seja com esse assunto. Lá chegará o dia em que, além de desarrumar terá de arrumar e então não lhe vai apetecer tanto esta brincadeira. Digo eu...

 


sinto-me:
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publicado por Lina às 16:41
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1.º dia na creche

Ficou a chorar.

 


sinto-me:

publicado por Lina às 10:29
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