Quinta-feira, 18 de Março de 2010
E o grau de sofisticação do bicho?

O filho de uns amigos estreou-se em palco a tocar com os Violinhos e fomos vê-los no domingo à tarde (aliás, foi um fim-de-semana muito agitado, porque isto é uma família que não pode ver um raio de sol; no sábado, depois da ginástica levámos a cachopa ao jardim zoológico e ainda teve uma festa de anos em Mafra. Só ficou mesmo a faltar o congresso do PSD!).
Os Violinhos são absolutamente adoráveis e é comovente vê-los com quatro e cinco anos a tocar com tanta perícia (sobretudo para uma grávida com as hormonas malucas). Demos por nós a pensar "E se um dia a inscrevessemos na academia de música de Lisboa para tocar violino?".
E perguntámos-lhe.
E ela respondeu que não, vá-se lá saber porquê, tendo em conta em que se portou tão bem, tão bem, tão bem que até deu gosto - sempre sentada ao nosso colo, a bater palmas quando toda a gente batia palmas.
Depois a mãe teve a infeliz ideia de lhe perguntar "Preferes tocar tambor?" (que é o instrumento que tocam o Pocoyo e o Ruca) e os olhos delas brilharam enquanto dizia que sim. Portanto, agora quando lhe perguntam se querem aprender violino, ela diz "Não, qué tambor".
Sofisticado, sem dúvida.

 

(O fascínio pelo tambor é, aliás, anterior ao concerto dos Violinhos. Neste momento acho que a coisa que mais felicidade lhe traria na vida era ter um tambor e até pensei que era uma coisa mesmo muito boa ser a mana a oferecer-lhe um quando nascesse. Isso é que era uma entrada em grande, mas, está visto, isso não vai acontecer. Imagine-se o que era: um bebé por um lado e uma criança com um bombo por outro... Às vezes agrada-me já ter algum bom senso. Ufa!)



publicado por Lina às 22:29
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Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010
Vou gabar-me dos presentes que a minha filha recebeu

Claro que isto me fica muito mal. Eu sei que sim, mas, repare-se, eu não tenho culpa. A miúda recebeu coisas lindas no aniversário e até fiquei constrangida a certa altura. A generosidade das pessoas impressiona-me. E obrigada, mil vezes, obrigada pela generosidade e, sobretudo, por acertarem 99% das vezes em coisas por que ela gosta.

 

Digamos que entre a caminha, a máquina de lavar roupa e ferro de engomar, a cozinha e o fraldário, o carrinho de bebé (é como se tivessemos uma casa montada dentro da casa!), as bonecas, os brinquedos da Kitty, perfume super cheiroso, microfone, um fio magnífico e um anjo lindo, só teve um presente semi-repetido. E quando digo semi-repetido é porque não é igual a nada do que ela tem, mas da família de dois que ela já tem: puzzles com ursos.

Não encontro qualquer explicação para isto, mas ela ama de paixão pegar nas cabeças dos ursos, camisolas, vestidos e pés e encaixá-los nos sítios certos. Tem outros puzzles simples que adora montar mas nada como os ursinhos. Quando chegámos a casa e o viu disse-me: bai biscar a tisoula!  Para tirar o plástico à volta. Obrigada ao Pedrinho e family por fazerem a minha filha tão feliz.

 

Como sempre e seguindo a tradição natalícia, metade dos presentes estão no armário. Não por mal, mas porque a moça não tem capacidade para processar tanta informação. Também mandei coisas realmente boas para casa da minha mãe. Acho que é importante que tenha lá brinquedos que realmente aprecie (foi lá que apanhou a mania dos ursos, aliás!). Lembro-me quando era pequena que em casa da minha avó não tinha nada com que brincar e tinha pena.

 

Finalmente, e agora podem mesmo mandar tomates podres e ficar verdinhas de inveja, recebeu montes de roupa. Vestidos giros, skinny jeans e, last but not least, metade da colecção da Gant. Não, não estou a exagerar. Dois casacos, várias sweat shirts, um vestido que é uma tara... Estou desejosa que o tempo melhore para a embonecar. Ainda por cima, sorte das sortes todas as coisas combinam entre si: as sweats entre elas, com o vestido. Tudo em tons de rosa e azul escuro. Nem sapatos vou ter de comprar.



publicado por Lina às 00:09
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Sábado, 18 de Julho de 2009
Alguém a pare, por favor

A avó da Madalena resgatou do sotão os brinquedos desta vossa serva. Um deles, um palhaço, desintegrou-se. Só resta a cabeça. E hoje a minha mãe avançou com a hipótese de deitar fora o corpo e deixar a Mini brincar com a cabeça. E agora não sei o que é mais preocupante: a minha mãe pensar uma coisa destas (ainda que vagamente) ou eu não conseguir parar de rir. Meeeedo!



publicado por Lina às 23:26
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Sexta-feira, 8 de Maio de 2009
Os melhores amigos da Madalena

Diferente, o primeiro, também conhecido por Kico Nico da Imaginarium, chegou cá a casa antes da própria Madalena, cortesia da Mariana e do Paulo. É branco, mas já esteve bege e foi à máquina de lavar. Chama-se assim porque é imperfeito - uma orelha maior do que a outra - lembrando que, na vida, ninguém tem tudo-tudo no sítio.

Azul é o gato. Foi a tia Vira que deu numas férias no Porto. Quando a Mini foi para a escola começou a levá-lo para lhe fazer companhia. Tem este nome porque é cor de rosa. Eh Eh.

Quiqui, uma das preferidas. Chegou a nossa casa no Natal, e foi um presente da prima Susana. Como os nomes têm de ser facilmente decoráveis tentamos associá-los à coisa em si. Esta boneca vestida de rosa e amarelo é da Chicco e tem o nome da marca na lapela. Não queríamos que tivesse nome de rapaz e chamámos-lhes Chicca (assim à italiana para ser mais chique), mas entretanto a própria Madalena se encarregou de a baptizar chamando-lhe Quiqui.

Branquinho é o urso polar com que dorme com a bebé na cama (e quando ela está mais constipada serve de almofada). Tal como o gato, recebeu o nome a pensar na sua principal característica. Serve de indicador do crescimento da Madalena. Quando o papá o ofereceu à filha ela era bem mais pequena do que ele. Hoje, não só  ela é maior como consegue pegar nele com uma mão e atirá-lo.

 



publicado por Lina às 23:22
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Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008
Malditos estereótipos

Domingo à tarde no Modelo (e, por favor, não comentemos a degradação suburbana que é ir fazer compras ao domingo à tarde):

 

Avó: Que giro! É uma a Madalena ainda não brincar com isto...

(a olhar para um escorredor de louça de brincar, carregadinho de pratos, copos, talheres e panelinhas, também de brincar)

Mãe (isto é, moi): Oferecias isto a um neto?

Avó (leve ar de choque): Nem pensar! Não, não...

Mãe: Já começamos com os sexismos... 

Avó (cinco segundos depois): Mas que giro, mas que giro! Um carrinho de compras!

Mãe: E esta esfregona?

 

Grrrrrrr...

Malditos preconceitos e maldita sociedade que nos impinge estes estereótipos.



publicado por Lina às 22:00
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