Quinta-feira, 18 de Março de 2010
Esta tem mesmo de ficar registada

Quarta-feira à noite.

 

- Papá, faxavô, não fecha a pota, pediu ela quando o pai entrou na casa-de-banho. Note-se que, para nosso desespero, 80% das vezes não usa um "faz favor" que seja.

 

O tema "WC" prolongou-se.
Pensámos que estava a brincar no quarto, quando perante o silêncio prolongado da criatura decidimos ir fazer uma vistoria. Que estava a fazer? Singelamente, a pôr e tirar uma toalhinha pequena da sanita e a  limpar o chão.


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publicado por Lina às 22:22
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Sábado, 2 de Janeiro de 2010
Manena brinca às mães

Senta a boneca.

- Quiqui, não cai. Não mexe. Mamã, biscar os sapatos.

 Vai-se afastando, sempre a olhar para a boneca.

- Não mexe. Vou biscar os sapatos, 'tá bem?


E onde é que ela foi buscar isto, onde?

 

 


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publicado por Lina às 00:56
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Sexta-feira, 1 de Janeiro de 2010
Como tinha recebido pouca coisa no Natal, hoje veio o Bobi

O Bobi era para ser o presente de aniversário, assim chegou mais cedo - trinta dias mais cedo para ser exacta. É lindo, branco com uma mancha negra no olho direito e tem dois meses. Vive dentro de um caixa de cartão embrulhado num cobertor e, como é bom de ver com um nomes destes, é um... canário! Bom, ok, claro que NUNCA seria um canário, é um cão e bem fofo. 

 

Chama-se Bobi - e não Bóbi e muito menos Bobby - porque o acento tónico é assim uma coisinha indefinida a dar para a sílaba aguda. Coisas da Manena, que foi quem o baptizou, ainda antes de ele chegar.

 

Um dia o tio e a namorada chegaram a casa com um cão castanho de peluche e chamaram-lhe Bobi. Acho que foram eles. Ela adora o nome e nunca mais largou o bicho. Prometemos-lhe que um dia que daríamos um de verdade e sempre que lhe perguntavam (a minha mãe) como queria que se chamasse ela dizia Bobi, portanto foi preciso esperar o momento certo para encontrar um cachorro (tinha de ser pequeno) e não uma cadelinha. Porque as cadelinhas não se chamam Bobi, toda a gente sabe.

 

O Bobi é um espectáculo. De tal forma que não tem uma raça, tem duas. É metade Labrador, metade São Bernardo. No fundo, é como se um Champallimaud tivesse um filho com um Mello.

 

Bom, e agora as reacções. Ficam para o fim porque foram menos efusivas do que a minha mãe esperaria. Em lugar de um entusiasmo louco com o novo amiguinho de quatro patas, a Manena preferiu manter uma distância de segurança e ficar longe do bichano. O máximo que esteve dele foi ao lado da caixa de mão dada com a mamã e perto do papá quando ele pegou no Bobi ao colo. O que me leva a crer que eventualmente será necessária a intervenção da ONU é o facto de ele ter feito um 'presente' no tapete de espuma dela nos primeiros 30 segundos de liberdade que lhe deram. Mas, pronto, isto nada como o convívio para mudarem de opinião...

 


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publicado por Lina às 23:53
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Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009
Quatro dias sem sair de casa

Havia muitas coisas para dizer, mas não tem apetecido. Andamos mais ocupadas a viver. A Madalena ficou doente - infecção respiratória e otite (quando é, não faz por menos) - e há quatro dias que não saía de casa. Fartinha, fartinha! Faz birras parvas e obriga-me a dar-lhe palmadas no rabo, caso contrário só quer jantar no meio do chão, não muda a fralda e outras coisas igualmente imbecis pelas quais não devíamos ter de discutir. Coisas que se pensam quando não se tem bebés em casa. Igualmente, decidiu brincar com as fichas de electricidade e voltou a levar uma palmada. Mas não tem sido só isso. Pelo contrário. Foram duas (uma hoje, outra ontem, mais alguns ameaços), mas ficam mais presentes porque não apetece nada andar a dar sapatadas na miúda (oh culpa, malvada culpa!). Era mais giro que ela chegasse à secundária e dissesse "a minha mãe nunca me bateu".

 

Tem sido muito engraçado andarmos por casa juntas. "Mãe, Pocoyo", "Mamã, Ruca Gumes" (história do Ruca que não quer comer os legumes), "Mamã, Bob estutor" (Bob, o Construtor). Também andamos com "o meu Nenuco", o mercadinho, mais umas brincadeiras de menina e mais umas coisas que não têm nada a ver como subir o escadote cá de casa. A típica malandrice que deixaria o papá com os cabelos em pé.

 

Os cabelos, por falar nisso, estão enormes. De repente, cresceram muito e não passa sem os ganchinhos para prender a franja. Afinal sempre vamos poder fazer dois totós no 2.º aniversário.

 

Ri-se por tudo e por nada e tem uma nova mania. Aponta para as coisas e pergunta: "O que é isto?". Tal qual como lhe fazemos a ela.

 

Faz frases mais completas e com sentido, menos repetitivas:

- Vou buscar uma coisa.

- Que coisa, Madalena?

- Uma coisa bonita.

 

Deixei-a na escola porque precisava de mudar de ares e porque me disse que tinha saudades da Guida, da Cátia, da Isabel... Chegou tarde mas não perdeu tempo. Saiu de mão dada com o Diogo para ir buscar os babetes do almoço. Tão lindos os dois corredor fora...



publicado por Lina às 12:39
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Sábado, 3 de Outubro de 2009
E quem é que não vai receber no Natal aquele carrinho que anda a namorar?

 

 

- Gostas da mamã muito ou pouco?

- Póco! (E ri-se)

 

 


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publicado por Lina às 14:52
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Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009
Querido Panda

A Mini descobriu o audiovisual.


Sua mãe esteve vários minutos a dar-lhe no repeat, a pôr para trás o início do DVD Panda vai à Escola. (Reparem que, em homenagem ao meu novo local de trabalho já uso o nome dos programas, músicas ou filmes em itálico e não entre aspas como fazia anteriormente).

E porquê? Porque sôdona Mini está vidrada no bicho. Há-os por todo o DVD, de todas as formas e feitios, e ela podia contentar-se com um qualquer. Mas não. Tem de ser este o que está à entrada da escola João de Deus* a dizer adeus, que sobe as escadas aos pulinhos, enquanto uma criança diz Paaaaaaaaanda... Paaaaaaaaaaaaaaaaaaaanda... Paaaaaaaaaaaaaaaaaaaaanda... ** Lindo!

 

Podia pôr aqui o link, podia, mas não encontro o vídeo no YouTube.

 

*Uma escola que acolhe as gravações de um DVD do Panda ganha ou perde pontos no ranking da educação?

 

**Vamos tentar ignorar o facto de este animal que parece tão carinhoso e fofo ser um dos mais perigosos do mundo. Isto é o pitt bull dos ursos.



publicado por Lina às 20:54
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Quinta-feira, 30 de Julho de 2009
A criar uma pirosa

Depois das pochettes, eis que a pequena Mini mostra uma verdadeira tara por... chapéus. Até há uma semana, mais coisa menos coisa, recusava-se a usá-los. Agora não os quer tirar, sobretudo em casa (que é onde, toda a gente sabe, eles fazem mais falta). E, para rematar, também anda doida com o ganchinho do cabelo, objecto que repudiava até há poucos dias e que estava estacionado desde que cortou o cabelo. Pede para o pôr e depois olha-se ao espelho extasiada. É completa!



publicado por Lina às 06:19
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Domingo, 5 de Julho de 2009
Stardoll

Acrescentamos o link do jogo que nos anda a roubar horas de sono: www.stardoll.com. É como os SIMS (mas sem movimento) e, no fundo, o sonho de qualquer miúda que gosta de brincar com bonecas e de toda a adulta que goste de soltar a mulher de jogador de futebol que há em si: um closet para encher, dinheiro que não acaba, cenários paradisíacos e um corpo de sonho.


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publicado por Lina às 12:14
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Terça-feira, 2 de Junho de 2009
Brincando aos clássicos

Qual Miss Scarlet que recebe a visita do seu Rhett,

 

a Mini bebeu água de colónia...

(esperemos que não se lembre agora de emular a descida na escadaria de Odessa)

 

 


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publicado por Lina às 12:34
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Domingo, 24 de Agosto de 2008
Sem palavras

O novo brinquedo-fétiche da Mini tem uma textura diferente da maioria dos brinquedos e faz barulho. É branco e vermelho - as cores que convêm à filha de um bom chefe de família - e as intruções são muito simples: é só dobrar em várias partes e dar um nó. O que é?


UM SACO DE PLÁSTICO


(Foram 15 minutos muito bem passados. E toda a gente sabe que isso é uma eternidade em baby time)



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publicado por Lina às 22:22
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