Sexta-feira, 2 de Abril de 2010
Teresa

Gostava de experimentar algumas coisas que parece que são típicas da maternidade como:

- contracções.

- o parto normal

- limpar o umbigo até ele cair.

 

Mas, de tudo, o que gostava mesmo era de voltar para casa com a bebé para casa no segundo ou terceiro dia ainda com sono, mas já cheio de energia.
Que elanasça perfeitinha e cheia de saúde. Com genica. Muita.

Porque se há coisa insuportável - e triste - é uma pessoa preparar a chegada de um filho com todo o carinho do mundo e depois voltar para casa sem ele. Não o digo pela tristeza que se sente. É pelo que isto significa.

 

Vem bem, Teresa. Vem bem.

 



publicado por Lina às 00:49
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E isto das birras não tem prazo para terminar?

Sinceramente, cansa a moleirinha do mais santo isto de chegarem a uma idade em que não conseguem fazer nada sozinhos e, no entanto, não querem fazer nada dos que lhes dizemos.

Por exemplo, vestir de manhã é uma autêntica gincana.

- Vamos mudar a fralda/ vestir a roupa.

- Não.

- Sim.

Esgrimimos argumentos umas quantas vezes, quer dizer, eu e o pai esgrimimos argumentos, enquanto a estrela de qualquer negociação (com reféns de bancos e assim é que ela se dava bem) responde, invariavelmente, "não".

É de tal forma passante que ultimamente as nossas conversas terminam sempre com um "estás de castigo".

Deixamo-la ficar de pé, sozinha, nua ou vestida, no meio do quarto e dizemos "só sais daqui quando quiseres mudar a fralda/vestir a roupa". Remate final: "estou zangada, quando quiseres chama-me". Eventualmente ela lá acaba por aceder, mas isto está cada vez mais difícil de controlar.

Esta noite, por exemplo, esteve uns cinco minutos no meio do quarto (isto é muito em tempo de birra), nua, só com as crocs calçadas, a fazer finca-pé que não queria pôr a fralda. E sempre a tentar dobrar-me: escondeu-se atrás do armário e depois chamava-me para fazer "cu...cu". Muito cómica, sem dúvida, mas é precisamente nestas alturas que uma pessoa não se pode desmanchar.

 

É como anteontem: o pai a ralhar-lhe (sim, isto tem sido uma constante nas nossas manhãs) e ela deitada no chão. Mas não de uma forma qualquer: com a perna traçada como se estivesse na praia. Só tirando uma foto! Tive de virar as costas para me rir.



publicado por Lina às 00:11
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